
Tal qual são duas as faces de uma simples moeda, são duas as escolhas que temos. Tal qual o tempo transforma-se ora em dia, ora em noite, são duas as consequências que temos.
Escolha!
Mas não precipite-se. Pense e Reflita. Gaste o tempo que for necessário para decidir... leve alguns minutos, dias, meses ou até mesmo anos. Mas faça suas ecolhas com sabedoria.
Escolha dar o melhor de si e se arriscar ao desconhecido ou escolha ser um desconhecido para si mesmo permanecendo na zona de conforto. Então, se jogue nos caminhos menos percorridos - aqueles longos e difíceis ou se jogue nos caminhos mais percorridos - aqueles "atalhos", curtos e fáceis.
Escolha ser capaz ou escolha ser uma vítima. Então, seja um agente ativo da própria mudança ou seja um rabugento; culpe seus pais, seus professores, o governo e o sistema.
Escolha ser humilde ou escolha ser orgulhoso. Então, aprenda e reaprenda de maneira cada vez melhor ou desaprenda até atingir a completa ignorância.
Escolha um meio e um fim ou escolha simplesmente um fim. Então, preocupe-se com o todo ou preocupe-se apenas com a felicidade mutável.
Escolha o Objetivismo ou escolha o Carpe Diem. Então, valorize o presente, o passado e o futuro; planeje-se, cuide-se e divirta-se ou apenas divirta-se.
Escolha ser a solução ou escolha ser o problema. Então, assuma algumas responsabilidades ou arranje alguma desculpa.
Escolha causar impactos ou escolha receber impactos do mundo afora. Então, seja a própria mudança ou limite-se a adaptar-se as novas mudanças.
Escolha ser o seu próprio nome ou escolha ser um número. Então, viva este mistério que é a vida e legue ou pague suas contas e sobreviva.
Escolha!
Mas não escolha simplesmente. Escolha ser feliz ou infeliz, rico ou pobre, amável ou rancoroso. Lembre-se, são duas as escolhas que temos... Escolha um sim ou escolha um não. E então, esteja preparado...
Eu sou o livre-arbítrio.
Podemos criar um livro com páginas maiores do que a Bíblia, ou escrevermos uma simples frase com apenas cinco palavras; podemos enfeitá-la com palavras bonitas ou preenchê-la com palavras comuns; podemos criar novas concepções ou simplesmente plagiá-las; podemos lê-la em voz alta ou baixa; podemos escrever a maior verdade universal e atemporal já existente ou a mentira menos aceita de todos os tempos. Tudo isso pode não significar nada e nenhuma diferença realmente notável acarretar, a menos que acreditemos com toda a sinceridade existente em nossos corações, no que propriamente se diz, a ponto de oferecer a vida em troca das palavras expressadas. Só então o cego enxergará e o surdo ouvirá, a estrutura tremerá e mais forte vibrará o coração de outrem. Dizer ou escrever palavras não é o suficiente. Amar e fazer não é o suficiente. É preciso acreditar no que se diz, escreve e faz. O quanto você realmente acredita nas suas palavras?
"Mente Quieta, Espinha Ereta e Coração Tranquilo" (Walter Franco)
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